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História da Fibra Sintética


Diversos materiais da natureza, como fibras de crina de cavalo e palha, foram usados nos tempos antigos como reforço estrutural, sendo a primeira alternativa moderna o uso de fibras de amianto no início de 1900.

A necessidade de substituir as fibras de amianto deu origem ao desenvolvimento de materiais compósitos e, em 1970, surgiram as primeiras fibras de aço como opção para substituir o reforço tradicional. As pesquisas continuaram a buscar alternativas viáveis e, na década de 1990, despontaram as fibras sintéticas.

As fibras mais promissoras desenvolvidas durante este período foram as fibras de PP, que tornaram-se amplamente aceitas para o controle de retração hidráulica, proteção de incêndio e anti-fragmentação. Infelizmente, as microfibras não ofereceram qualquer vantagem estrutural e não puderam ser utilizadas para substituir o aço.

No entanto, os avanços nas técnicas de fabricação e propriedades dos materiais durante o final da década de 1990 permitiram o desenvolvimento das primeiras fibras sintéticas com capacidade estrutural.

Macrofibras Sintéticas Estruturais

As macrofibras sintéticas BarChip foram as primeiras a oferecer benefícios estruturais para concreto. São semelhantes em tamanhos à fibra de aço (40 mm a 60 mm) e atingem resistência à tração > 640 MPa e módulo de elasticidade > 10 GPa. Normalmente, adota-se dosagens de 2,5 a 10kg/m3 dependendo da aplicação.

A BarChip apresenta, com exclusividade, o sistema de aderência através de uma nervura impress na fibra com uma tecnologia conhecida como embossing. Estes são os parâmetros necessários para alcançar desempenho estrutural.